quinta-feira, 30 de junho de 2011

Repensando o consumo


Imperdivel a palestra de Andre Trigueiro


As armadilhas da indução inconsciente ao desejo e ao consumo daquilo que realmente não necessitamos 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Seminário de Planejamento Urbano


Assistindo ao seminário de planejamento urbano, (terça 28/06) no auditório da AMUNESC registro as seguintes conclusões (pessoais).

Primeiramente, me contive para ficar calado. Muitos presidentes, diretores, coordenadores, diretores, professores, mestrados, doutorados, um monte de CREAS e ........ eu.

Não que tenha ficado intimidado, mas como os envolvidos atuam em áreas diferentes da minha e como ainda sou novo na cidade, não conhecia e nunca ouvira falar de ninguém que ali estava, o que não comprometeu em nada a  minha atenção e respeito aos palestrantes. Assim sendo, de antemão peço perdão, se minha ignorância não faz reverência aos históricos dos palestrantes.

Ciente de minhas limitações, fui ao evento com o objetivo de ouvir e aprender.

Lamentei saber que a administração municipal desperdiçou um trabalho da coleta de informações feita com os mais diversos segmentos no decorrer de três anos para balizar a proposta da lei de ordenamento.

Cabe aqui uma observação pessoal: - a oportunidade de aprendizado no trabalho que foi feito transcende qualquer currículo universitário e deveria – no mínimo – ser divulgado, disponibilizado, consultado, reconhecido e homenageado. Assumo a “inveja branca” de não ter vivido uma experiência semelhante.

Falaram do crescimento e da forma como o urbanismo foi abordado nos anos 80 ,90 , 2000 e atuais.
Falaram das previsões de crescimento populacional – 750.000 habitantes para o ano de 2050

Falaram de diretrizes que deveriam ser usadas como balizamento para futuras decisões.
Falaram de regras e normas rígidas de ocupação e uso.
Por outro lado, falaram de conceitos – idéias – contrapondo o uso de normas rígidas para ocupação e uso,  o que seria muito mais sensato para fluir junto com a evolução coletiva da população e suas novas descobertas, aprendizados expectativas e necessidades.

Falaram da terminologia técnica usada nos debates que supostamente afastaria o cidadão.
De fato, mesmo atrelado às nomeações, geralmente políticas e pouco técnicas, o poder público usa argumentação profissional.
O empresariado, por sua vez, possui em seus quadros os técnicos qualificados, pagos e com tempo disponível entre seus afazeres diários. E, se não tem internamente, contrata técnicos autônomos para defender seus interesses nos debates, com tempo e capacidade profissional.
Aí, chega o cidadão.
Aquele que paga os impostos e os custos da cidade. Aquele que aluga sua mão de obra e tempo para o empresariado para que este gere riqueza. E aquele que, do lado de fora da porta da empresa, consome seus produtos e mercadorias, remunerando as empresas e recolhendo os tributos.

Não por acaso, também é aquele que é mais atingido pelo planejamento urbano.
É o que usa o ônibus;
É o que usa o hospital;
É o que usa a escola;
É o que usa as ruas, ciclovias calçadas, parques, ....
E é o menos ouvido.
O que tem menor poder de decisão.
O que tem a menor disponibilidade de tempo.
O que tem a menor capacidade de agrupamento.
O que tem o menor conhecimento e argumentação técnica.

Mas é esse cabra, que vive a cidade.
Putz!
Eu não preciso saber cozinhar para saber que uma comida está boa.
Eu não preciso conhecer temperos e temperaturas para saber que uma comida está ruim

Falaram das participações nos debates – empresários, poder púbico e cidadão.

Os empresários, sempre representados em todos os debates. Muita técnica, muito profissional, muito fluência e muitos interesses defendidos.

O poder público, também sempre presente, muito próximo dos intere$$es dos empresários .... até porque os personagens se mesclam e se cruzam mais corriqueiramente.

E a representação do cidadão: despreparada, inconstante, inexpressiva ou omissa.
O cidadão tem que se agrupar e associar para que possa se manifestar como representante de um “alguém”. Já é difícil pro leigo disponibilizar um horário para comparecer. Tem ainda que estar agrupadamente constituído e habilitado com um mínimo de conhecimento técnico para poder se manifestar.

PATAKAPARAU!

Mas os vereadores e prefeito não foram eleitos para defender os interesses da população?
Então, agora eu, cidadão, tenho que me agrupar, constituir uma associação, me inteirar tecnicamente, dispor de tempo e comparecer aos debates para me defender do atropelamento dos interesses dos empresários e dos políticos?

!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!


Lembram daquele ratinho do Agildo Ribeiro?  TO PHODIGGIO (sic)

Constato, assim o abismo que existe entre a administração pública e a parcela de cidadãos que se predispõe a doar parte de seu tempo à busca de qualidade de vida.

Em nenhum momento ouvi o termo “qualidade de vida”

Não sei se haveria interesse, mas acho que faltou a presença do homem da caneta.

Concluí que a complexidade dos interesses da cidade inviabiliza um plano diretor que diga o que deve se feito. Não conheço caso em que isso tenha dado certo.

Creio que seria muito mais eficiente usar a uma técnica do jogo SUDOKU, e tentar acertar descobrindo e eliminando o “que não é” e dando atenção ao que sobra ... ou seja:

Ao invés de criar regras, normas, diretrizes e balizamentos sobre o que deve e pode ser feito, seria melhor estudar, ouvir e aprender o que a população quer (como já foi feito e não aproveitado). Talvez o melhor fosse formular a pergunta de forma a criar uma sinergia entre a vontade, a expectativa e a técnica.


O que vc entende por qualidade de vida?
Vc esta satisfeito com o transito na cidade?
E o numero de habitantes? É razoável?
Pode aumentar? Deveria diminuir?
Se aumentar o numero de habitantes sua qualidade de vida melhora ou piora?
Se diminuir o número de habitantes sua qualidade de vida melhora ou piora?
Vc acha que o número de veículos vai aumentar ou diminuir?
Vc acha que o número de ruas vai aumentar, diminuir ou permanecer igual?
Vc acha que o número de habitantes na sua rua pode aumentar?
E se tivesse um prédio de 12 andares ao lado de sua casa?
Vc acha natural construir na beira dos mangues?

Ninguém menciona que nossa cidade não comporta um fluxo de 510.000 habitantes.
Pra onde vão crescer as ruas? Quantas casas deverão ser desapropriadas para alargar ruas? Como co-habitarão seus moradores?
Que tipo de “em torno” vc almeja? Esta preparado para pagar por isso?
Claro  .... nada  é de graça.
Veículos na rua tal só de moradores.
Ruas do centro, só a pé ou de ônibus.
Não pode mais fazer ligação de água além de XX unidades familiares.
Não pode mais fazer ligação de energia além de XX unidades familiares.
Um empreendimento imobiliário deve ser avaliado não só dentro do terreno. O Impacto de vizinhança tem que ser difundido. O meu direito termina onde começa o seu.

Me refiro às ruas por que é nelas que circulamos e interagimos. Mesmo que, ficticiamente, eliminássemos o fluxo de automóveis pelo centro e adjacências, precisaríamos de um contingente de ônibus e veículos de transporte para abastecer o comercio urbano.

E quando formos 750.000?
Comercio indústria, serviços, turismo, escolas, hospitais, policia, bombeiros, ...
Mais a população sazonal e das cidades periféricas

Talvez seja menos difícil começar definindo o que não queremos
Urbanistas, arquitetos, sociólogos, administradores, políticos ... professores .... muitos, professores prestigiados, regiamente remunerados e reverenciados pela sociedade.

Permitam aqui o destaque: nunca chegaremos a lugar algum e nem usufruiremos a sonhada qualidade de vida enquanto o professor não for a atividade mais prestigiada da sociedade.

Concluindo, lamentei constatar que os grupos estão em planetas diferentes, mas que se devoram na ânsia da sobrevivência. Um grupo na busca da riqueza, outro na manutenção do poder e o ultimo, mais frágil, mas não menos importante, buscando viver.







segunda-feira, 27 de junho de 2011

Chegou o inverno



 Fotos de neve, de São Joaquim, de Gramado e de Canela





Essa já é meio velhinha, mas eu não resisti.

Bom inverno à todos

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Não humanos ou desumanos?

  
Não são humanos

 E como não humanos jamais deveriam ser agraciados com “direitos humanos”

“DIREITOS HUMANOS”    SÃO PARA HUMANOS.
H  U  M  A  N  O  S.
HUMANOS!

Verme deve ser tratado como verme.

Não faço apologia à pena de morte. Nananinanão. Nada disso.

Porém, acho sacanagem uma criança na escola custar R$ 270,00/mês
para os cofres públicos enquanto um presidiário custa R$ 2.700,00 pelo mesmo período.
*Números aproximados

A mídia noticia que um motorista matou o outro  - no dia dos pais e na frente da família – por que, quando os veículos se cruzaram, um retrovisor bateu no outro.
?!?!?!?!?!?!?!?
Aí, vem outra notícia do pai que estupra a filha e ainda faz um filho nela.
Um verme desse é humano?
?!?!?!?!?
Pooouuurrrrrrra, meu! Que valores são estes?
Que sociedade é essa?
Que leis são estas?
Que governo é esse?

Não temos capacidade para julgá-los?
Não temos capacidade para corrigí-los?
Controlam tudo de onde estão.
Mandam, desmandam e organizam.
Formam estudantes na pós-graduação do crime, de dentro da carceragem.
E a sociedade ainda tem que sustentá-los?

Fomos vencidos? Perdemos a guerra?
O que fazer?

Não queremos ou não sabemos julgar?
Não queremos ou não sabemos como punir?
Não queremos matar, mas também não queremos tê-los por perto.
Queremos livrar a sociedade desse mal,
 desde que seja obra da providencia divina. Nós, não.
Nós somos uma sociedade evoluída e humanitária.
Não praticamos atos contra a vida.
Aahh! Mas se caísse um meteoro na cabecinha deles .....

Não. Não conseguimos recuperá-los
e nem conviver com a responsabilidade de eliminá-los.

Então, vamos mandá-los para o futuro.
 Criogenia!

Crime contra a humanidade, ou melhor, crime desumano,  ... congela.

Deixa o cabra lá, geladinho.
Já existem empresas que oferecem este serviço para aqueles que querem esperar por curas de enfermidades que hoje não encontram solução em nosso nível de conhecimento médico, logo, não é nada desumano buscar uma solução num futuro mais evoluído.

Não come, não gasta, não articula, não ensina, não corrompe,
 não precisa de vigilância, ....

Matar, não!     C o n g e l a r.

Resfria, bota num container e deixa no pólo sul até que a humanidade
 encontre um destino digno e merecido pro bonitinho.

Ainda temos muito que evoluir.
Por que matar foquinhas, baleias e raposas é diferente
de matar bois, porcos e galinhas?
São “vidas” diferentes ou são interesses humanos diferentes?

Não sei.

Só sei que a violência social aumentou.
A capacidade de policiamento é cada vez mais insuficiente.
A capacidade carcerária é uníssona na superlotação.
E esta sim, é desumana, que junta o ladrão de galinha
com as mentes mais desprezíveis da sociedade.
A lentidão da capacidade de controle, julgamento e re-introdução
social, propiciam o aprofundamento do praticante do pequeno delito nas profundezas das organizações criminosas. E deste poço, geralmente não há retorno.

Talvez daqui a cem anos a humanidade possua discernimento
 suficiente para saber agir e conduzir seus  descaminhos.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A mente obesa e os prazeres da gula



A mente obesa é alimentada diretamente pela boca e vias aéreas. Em nada importa a reposição de energia nem o balanceamento alimentar, nutricional ou seja lá o nome que os estudiosos dão.

Também não me venham com aquele papo de comer só uma bolachinha; ou só um brigadeirinho; ou um pedacinho de bolo.  Báh!
A mente obesa não entende esse conceito de quantidade. Isso agride.
Biscoito, é um pacooooote.
Brigadeiro, é um praaaato. Pratinho não, hein.
Bolo, é em sistema de rodíííííííízio

É prazer puro.  Sublime sabor.   Sabor.   Sabor.    Aaaaaaahhh.   
Isso é quase sexual.
Erotismo, é uma boa definição para definir os prazeres da gula.
É pecado? Então pode açoitar por que a este, eu sucumbi.

Tortas, pavês, quindins, pudins, sonho ... daquele bem amarelão;
Bolo de chocolate .laaaaaaaaaambido na cauda negra e amarga;

Brownie, cuca e nega maluca (ou deveria ser afro descendente emocionalmente descompesada) 


Doce de abóbora, de banana e de leite;
Arroz doce, papa de milho e musse de maracuja;
Brigadeiro, casadinho e olho de sogra;
Cajuzinhooooooooooooo!

E as friturinhas?
Batata frita, pastel, quibe, coxinhas, frango a passarinho, polenta, provolone, aipin, ...

Coca-cola (normal, por que zero é como travesti; é igualzinho à mulher mas tem diferenças fundamentais)
pespi twist, guarana e fanta uva ..... eeeeeeeita fanta uva!

Pipoca .... baldes de pipoca doce, salgada, na manteiga, no leite condençado ...
Empadinhas, Croissants e pão de queijo


Pão feito na hora com manteiga de verdade.

E o cheirinho do pão de forma pulando da torradeira.
Arroz quentinho na panela
Macarrão deitado no alho e azeite.
Vatapá e bobó de camarão 
Carne de vaca, porco, galinha e peixe
Presunto, queijo salsicha, lingüiça e salame
Pizza, pizza, pizza, pizza.

Amendoin, paçoca, castanha (de caju e do Pará), bis e alfajoles;
Café com leite, chocolate quente e leite condensado
Mel, waffles, donuts (originais)

Profiteroles que nos pares!   Tenho que emagracer.
Analisando bem, o problema esta bem localizado.
Nem é na barriga, não.
É mais entre o nariz e a garganta.
Se eu não sentisse cheiro e nem gosto não haveria diferença entre ração pra cachorro (que poderia ser para humano) e biscoito recheado.
Ou então, se a gente pudesse comer e saísse tudo por um furinho na garganta ... claro que, depois de passar pela língua e propiciar todo o deleite do sabor.
O corpo padece (e engorda) por causa da língua e do nariz que chantageiam o cérebro não permitindo que este tome decisões lógicas.

A calça aperta, a balança grita, o médico alerta, o Globo Repórter filma e o Fantástico vive mostrando o  Drausio Magrela dizendo que eu devo perder peso.
Que saco!

Ovo faz mal
Fritura faz mal
Sal faz mal
Carne faz mal
Açúcar faz mal
Fumaça faz mal
Dormir pouco faz mal
Sex ......, não isso ainda não.

Que poder alucinógeno a gula tem sobre nós (ligeiramente GG).
Por que será que, num instante a gente jura nunca mais comer nada que engorde.

Estamos realmente convencidos a virar faquir e concorrer com a Gisele Bündchen.


E .... de repente, aquela bomba recheada de creme e coberta de calda de chocolate crocante pula na nossa frente e nos possui a vontade e o discernimento.

Não sei o que dói mais. Se é a constatação de minha fraqueza ou o botão da calça ameaçando estourar e furar o olho de um transeunte.

Pois é. Segunda feira vai chegar e .... começar uma dieta.
Dieta, não. Agora é reeducação alimentar.

Em tempo, peço desculpas às guloseimas que não foram mencionadas no texto. Não faltará oportunidade de enaltecer (e degustar) suas inquestionáveis fontes de prazer.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Joinville no caminho da Grécia




Não. Não é turismo. Nem acordo comercial.

É BURACO

BURACO

Se continuarmos neste caminho (ou descaminho), 
as despesas ordinárias da prefeitura
de Joinville abocanharão todo o orçamento municipal.
A lição de casa não tem sido feita.
Gastamos cada vez mais. Gastamos cada vez pior.
Invertemos prioridades.

Hoje, já não pensamos em 50 anos ... (ahahahahaha que hilário)
Hoje, já não pensamos em 20 anos ..... puffffffffffffffffffxxxxxxz
Hoje, já estamos atrasados nos investimentos para a próxima copa do mundo
Como não? Turismo é pelo país todo, ué.
Hoje, só pensamos no investimento que dê retorno na próxima eleição ....
... e mesmo assim, só daremos início nas ações 
nos últimos seis meses antes do pleito.

Uso as frases na primeira pessoa do plural por que nós somos Joinville.
Eu sou Joinville.
Se Joinville vai mal, eu vou mal ... meu trabalho vai mal 
.... minha vida vai mal

Se criticamos os que administram nossa cidade,
devemos reconhecer nossa parcela de culpa.

Ou votamos errado
Ou avaliamos errado
Ou não cobramos
Ou não participamos
Ou não reclamamos

ACORDA, MEU!

Estamos nos encaminhando para a beira do buraco Grego.
E não pense que o que acontecer lá não nos afetará. Globalização, Tche.
Mais do que nunca deveríamos estar atentos ao gastos e
 investimentos de nosso município.
Mais do que nunca deveríamos aprimorar nossa capacidade de avaliação de nossos candidatos a administradores municipais.
Mais do que nunca deveríamos nos manifestar e participar das escolhas.

Depois será tarde. Não vai adiantar bater panela.

Prestemos atenção aos Gregos
 e torçamos para que eles superem suas dificuldades

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Não pergunte o que Joinville fará por você. Diga o que VOCÊ fará por Joinville



Faça algo conscientemente;
sabendo que o que esta fazendo é pela qualidade de vida da cidade.

A qualidade de vida individual depende da qualidade de vida da cidade.
Não se omita.

Ao acordar, pense no que fará “hoje” 
para melhorar a qualidade de vida na cidade.

Pode ser pegar um papel no chão e jogar na lixeira;
Pode ser não parar o carro num cruzamento;
Pode ser segurar a porta do elevador;
Pode ser pegar a mercadoria que caiu da prateleira do supermercado;
Pode ser dar uma esticadinha no expediente ....
... para resolver o problema de outra pessoa;
Pode ser deixar o lixo bem acondicionado;
Pode ser evitar oferecer favores socialmente imorais

Ao se deitar, lembre do que fez “hoje” 
para melhorar a qualidade de vida na cidade.
Faça isso diante do espelho, e responda olhando a face do reflexo.

Direcione a sua indignação para os responsáveis.
Cobre competência e moralidade.
Lembre-se que existe um responsável.
É o homem da caneta. Aquele que decide, e assina.

Manifeste-se ...
não deixe que estraguem, usem, roubem e depredem nossa cidade.

Denuncie.
O crime tem que saber que os olhos da população vão denunciá-lo.
É preciso que a polícia aprenda a “ouvir” a população

Faça com amor.
Toda atividade profissional produz reflexo na qualidade de vida.

Cuide e defenda o seu patrimônio – o patrimônio público. Ele é nosso.

Participe e cobre qualidade nos núcleos da cidadania e da moral ...
... a escola e a família.

O cidadão deve respeitar o cidadão; e se fazer respeitar.
Trate os cidadãos e a cidade como gostaria de ser tratado

E agradeça – lembre-se de agradecer
O sorriso do atendente;
A presteza do servidor;
A cortesia do prestador de serviço;
O zelo numa tarefa

FAÇA A SUA PARTE

Custa avisar?



A internet tá lenta
O e-mail não anexa nada

Droga de computador. Tá ficando caduco.
Vou usar o da filha que é mais novo
Putz! Por que será que os adolescentes alteram as configurações originais, ein?
Até o iconizinho do provedor é diferente.

Ué! ......... tá todo lento também.
Aaaaaaahhh! Devem ser os tais filtros de linha nos telefones.
Saco.
Tira um ... tira dois ... tira três ...
Vão vê se agora vai.

#@$%¨&%$#@!

Tá a merma bosta.

Deve ser culpa da companhia telefônica.
Muito vento, galho caído .... vou ligar pra lá.

Qual é o número, ein? É aquela que mudou de nome?

Digite um ....
Digite .... quatro
Digite ... um
Digite ... um

Musiquinha ..... propaganda ..... sua ligação é important ....
Alô .. que? Cpf do assinante? Tenho não. Ta no nome da minha mulher.
Data de nascimento? Ah, esse eu sei. Como errado? Claro que sei ....
ah ... tem que falar o milênio também. Tão tá.

Nada? Tudo normal?!    Tá.  Vou ligar pro provedor.

0800 ....
Digite um ....
Digite .... dois
Digite ... um

Musiquinha ..... propaganda ..... sua ligação é importante.... é importante ... é importante ...

Oi. Bom dia. To com problema no meu e-mail. Ele ta mui.... ein?

Que? Desde ontem? E quando normaliza?

Pó meu!

Por que vcs não colocam um aviso na página de face avisando seus clientes que o treco ta com problema?

Agora eu já briguei com a mulher, chutei o cachorro e saí da dieta.

Eu e uma infinidade de outros, que fomos estressados gratuitamente. 

     À troco de nada.

          Custa avisar? Custa?

sexta-feira, 10 de junho de 2011

M.S.P. – Movimento dos Sem Pajero




A classe média sofrida na luta por um lugar ao sol
Nós do MSP – movimento dos sem pajero, lutaremos pelo
atendimento de nossas necessidades básicas;
  
Nossos aeroportos são um caos
Nossas ferrovias  .... inexistentes
Nossas estradas  ... assassinas
Nossos carros desmancham

Buracos,
asfalto de segunda,
sinalização de terceira,
manutenção de quarta e
administração de quinta.

Exigimos o Bolsa Pajero 


A classe média unida
Bolsa Pajero, já

HPQP//WWBMW.podilmamedaumapajero.com.br

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O efeito borboleta ....



A lagarta

O agora, candidato (lagarta) é só sorrisos.
Tudo está ruim e suas promessas trarão melhorias.
Circula na cidade, abraça o povo, beija criança e toma café no boteco.
Promete chuva e promete sol

O que será que acontece naquele minuto mágico que antecede à oficialização
 do resultado de uma eleição?
Como deve se sentir um candidato segundos antes de se tornar um eleito?

Será que ele pensa nas promessas?
Será que ele pensa nos eleitores? Nas pessoas, não nos números.
Será que ele reafirma seu comprometimento?

E no momento da oficialização dos resultados?
Ele lembra do povo ou lembra dos números?
Como ele acorda no dia seguinte?
Será que pensa na qualidade de vida da cidade ...
ou na possibilidade de negociação de cargos?

A lagarta virou borboleta

Muito mais rápido que a lepidóptera, 
a fase de casulo do candidato é quase instantânea.
Já acorda borboleta, poderoso, inatingível e detentor 
da caneta por quatro longos anos.
Será responsável pela vida de milhares de ... números.
Pois é. Não são mais cidadãos nem eleitores, não têm nomes
Agora serão cobradores e detentores de direitos civis que deverão ser atendidos.
Os “números” já não são ponte para o poder; viraram fonte de problemas e atribuições.
Os “números” agora cobram o atendimento de suas necessidades.

De uma hora para outra a borboleta esquece o que a lagarta prometeu.

“ - Não era eu! ”
Uma coisa é uma coisa, a outra coisa é ouuuutra coisa.

Sumiu. Ninguém sabe ninguém viu.
Não tem abraço nem beijo.

Como se dá a transformação cerebral?
Que maldito poder é esse que destrói a personalidade 
daquele que nos prometia esperança?
Esperança de harmonia, de ordem e de progresso.
Esperança de comprometimento público e moral.
Esperança de melhoria de qualidade de vida.

Quantos enfileirados ainda passarão pelo transformação?

Raimundo Colombo, levado ao governo pelos braços de Joinville,
nos retribui com o esquecimento.
Que vergonha.

Carlito Merss que tanto criticava a falta de transparência e 
o cabidaço de empregos da administração anterior .... calou-se.
Que vergonha.



Quantos mais nos farão de tolos.
Quantos mais nos usarão e às nossas esperanças, para ascensão pessoal?

Quando desenvolveremos a visão para enxergar a borboleta dentro da lagarta?



sexta-feira, 3 de junho de 2011

Perto do limite




O bandido vem e assalta o frentista no posto de gasolina.
- leva a “merreca” dele, e ainda a aliança!

Explodem caixas eletrônicos.
Pô, meu! Dinamite, cara!
Os pulhas agora usam dinamite!
Roubam nas lojas ...  das atendentes.
Roubam nos carros, nos ônibus  ... de trabalhadores.
Agora até no metro – último refúgio até então imaculado.

A noite virou terra de ninguém

Não podemos usar as estradas;
Não podemos usar as ruas;
Não podemos andar de ônibus urbanos;
Nem falar nos interurbanos e interestaduais.
Não podemos usar caixas eletrônicos;
Não podemos freqüentar lojas de conveniência;

Onde ficou a sociedade organizada?
Onde estão os que deveriam decidir?
Onde estão os que deveriam investir?
Onde ficou a administração? O Governo.

Onde ficou nossa polícia?
Por que nossa polícia é tão despreparada?
Por que nossa polícia é tão mal remunerada?
Por que nossa polícia é tão mal equipada?
Encenação. Pura encenação política.

E nossas escolas?
Igualmente menosprezadas. Igualmente, não! Muito pior.
Sem estrutura, sem equipamento, sem respeito, sem remuneração,
sem merenda........ sem futuro.

Criamos, ou melhor, nossa omissão criou uma marginalidade que se tornou cada vez mais poderosa, e que se sustenta orbitando as nossas necessidades de consumo.
( ... muitas vezes socialmente reprovadas - há de se convir)

Votamos em incompetentes interesseiros, egoístas, gananciosos.
 Vermes que se beneficiam da falta de manifestação e participação da sociedade inteligente e produtiva.

Nós, esta “casta da sociedade”, que foi induzida a concentrar seus esforços em produzir, acumular riqueza e poupança, preparar e estruturar nossos filhos para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e investir num futuro que cada vez fica mais longe, mas que sustenta o descaminho do presente.

Viramos reféns do desmando.