terça-feira, 31 de maio de 2011

As sete maravilhas da humanidade



Ver
Ouvir
Cheirar
Tocar
Saborear
Rir
Amar

Só isso. A felicidade é muito simples, né?

Vou dar uma mexidinha:

Ver ... uma folha balançando num galho
Ouvir ... crianças brincando lá na rua
Cheirar ..... a grama recém cortada trazida pelo vento
Tocar .... um bebezinho dormindo
Saborear ... a fugidinha da dieta
Rir ... do ridículo que é se aborrecer
Amar ..... por amar

Eeeeiiiiiiiiiiiiita, tche!  Agora ficou bom demais da conta, sô!

Administrar é ...




Gerar crescimento, riqueza, evolução e qualidade de vida,
satisfazendo às buscas e necessidades do mercado,
coordenando a integração entre capital e força de trabalho.

Fazer coordenar e interagir todas as especialidades da equipe.
Saber servir e providenciar tudo o que for necessário para que os funcionários
 executem as tarefas para as quais foram contratados.
Acordar e pensar no que poderá fazer hoje para melhorar a qualidade de vida.
Deitar sabendo que fez o que estava ao alcance para atingir os objetivos.
Saber potencializar os talentos dos subordinados.
Ser franco, definir claramente os objetivos e cobrar.
Saber ouvir e aprender, também, com quem faz – com o chão.
Saber ser flexível sem sobrecarregar ou desequilibrar a equipe.
Não querer aparecer.
Saber dialogar e induzir o grupo à participar e se manifestar.
Reconhecer quando estiver errado.
Fazer uma segunda feira tão agradável quanto uma sexta. (essa não é mole não)
Criar oportunidades de interação fora da rotina do trabalho.
Saber elogiar uma atitude e reconhecer um esforço.
Saber usar o humor ........ ou não.
Compartilhar o sucesso ...
.... absorver, avaliar e aprender com o fracasso.
Definir metas atingíveis.
Não mentir.
Buscar uma visão do todo.
Saber que uma comida esta bem feita, mesmo sem saber cozinhar.
Saber que, se alguém procurou a sua organização 
é porque tem uma necessidade,  logo,
deve ter como meta deixá-lo satisfeito.
Fazer seu cliente saber que ele é importante para a sua organização.
Manter avaliação do grau de satisfação de seu cliente, o retorno pretendido pela organização e a motivação da equipe envolvida.
Estimular a equipe a questionar.
Saber que a organização não deve servir ao dinheiro e sim ao cliente (gente)
Saber que este cliente (gente) quer ser tratado por gente
Respeitar os limites de cada um e avaliar a sua importância para o todo.

... entendendo os conceitos:

O bom administrador geralmente não é lembrado.
Quando tudo fluir naturalmente e em harmonia, não lembrarão de você.
O objeto iluminado tem que se destacar mais do que a lâmpada que o ilumina.
Como um bom jardineiro, saber quando é hora de uma poda. 
(às vezes a demissão é necessária)
O dinheiro – o retorno – será conseqüência do grau de satisfação do seu cliente.
Cada músico de uma orquestra é um artista completo em sua especialidade,
mas é o maestro, que tem a visão do todo, que torna o resultado magistral.


Momento de reflexão


O grande mérito não é fazer a coisa certa e agir em coerência
com os conceitos de respeito ao próximo e à coletividade.

O verdadeiro mérito é superar a sensação de se sentir um tolo idiota,
ao constatar que tantos “espertos” se aproveitam da nossa maneira de agir.
Então ..... Senhor:




Dai-me força e persistência para realizar meus sonhos;
Resignação para aceitar aquilo que não posso fazer;
Sabedoria, para saber identificar e diferenciá-las;
E “serenidade” para subjugar o filadapauta que me atrapalhar.




Pois é ....
Acho que ainda não possuo tanta elevação

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Enquanto isso, na Rua Sol ...


Meses e meses esperando uma solução.
A quem pertence o abacaxi?
A prefeitura diz que existe uma manilha lá no fundo. Ninguém a viu ainda.
A “águas de Joinville” diz que por aí passa uma adutora. Igualmente invisível.
Agora: a lagoa ta lá.
Não tem mosquito da dengue por que os girinos estão se alimentando deles.


Vamos votar e decidir, se:
- construímos uma árvore de natal para concorrer com a da lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de janeiro e depois alugá-la para o Bradesco;


- montar um pesque-e-pague;
- alugar pedalinhos;


- oferecer as instalações para as olimpíadas.


Rua Sol ....
2000 metros da prefeitura
300 metros da rua quinze de novembro.
Tão distante do homem da caneta

Aplausos




Gostaria de parabenizar o atendimento da Gol através de seus funcionários Denise e Itamar, do balcão de atendimento do aeroporto de Joinville-SC. Além da cordialidade profissional, buscaram entender a minha solicitação e a ela deram uma solução.

Se um consumidor procura uma empresa, seja ela uma padaria ou uma companhia de aviação, é porque ele precisa de algo (um serviço, um produto, uma mercadoria ou uma informação) ... e, se este consumidor sair da empresa com a sua busca atendida, se sua necessidade tiver sido satisfeita, a empresa terá cumprido seu principal objetivo.

Não é uma jurídica tratando gente como número.

É gente tratando gente como gente.

Parabéns gol.
Parabéns Denise.
Parabéns Itamar.

atenciosamente,
Sergio Duprat

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Oportunidade de Investimento

Construtor de Joinville procura sócios e investidores para aplicar em

 qualidade de vida.

A proposta é comprar um edifício inteiro. 




Isso mesmo.
 Todos os apartamentos ...
... de um edifício de 12 andares (4 por andar), então,
derrubá-lo.




Em seu lugar, construir uma aconchegante,
pacata e relaxante casa de 3 quartos com jardim e uma hortinha.





Interessados busquem contato através do blog.

Viva a qualidade de vida!

Foi mais ou menos assim:



E Deus criou o céu e a terra ...
.... e sete dias depois descansou.

Então, resolveu fazer o paraíso
Criou uma terra fértil;
Colocou uns rios aqui, outros ali;
Criou uma baia linda, protegida das intempéries do mar;
Cercou-a de manguezais;
Colocou umas montanhas, para que pudesse visualizar ao longe ...
– não que Ele precisasse:  – era mais uma licença poética.
Proveu o local com uma temperatura agradável;
Aproximou as montanhas da serra do mar, para dar um aconchego;
Cobriu tudo com a mata atlântica.
Resolveu colocar ali uma vila.
Buscou gente dos quatro cantos,
Porém gente ainda não havia em abundância.
Queria que as pessoas desfrutassem do paraíso.
Queria que as pessoas desfrutassem da Vila recém criada.
Então colocou um nome chamativo:
Um nome que atrairia os habitantes:
Chamou-a inicialmente de jouir du village (desfrute da Aldeia).
Obs: - Deus vinha de uma fase meio francesa.
Achou melhor globalizar um pouco, ...
E ajeitou o nome para Enjoy Ville.
Então o povo veio.
E todos diziam:
Nós moramos no paraíso
Nós moramos Em Joy Ville.

O resto da história?
  ... tudo adaptação.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Os verdadeiros cavaleiros do apocalipse



Os 4 “V”s do apocalíptico trânsito de nossas cidades.

Volume
Violência
Velocidade
Vagas


Volume – de carros. O número de veículos só faz aumentar nos últimos anos. Hoje, temos 270.000 veículos licenciados em Joinville. Crescemos a uma taxa de 2000 licenciamentos por mês.

Cacete!

Em 10 anos seremos 510.000 veículos. Um aumento de 88,8%.  Oooooh!
Bobagem. Exclamarão os incrédulos. Exagero! Tolice!

Pois é. Mas o que esses bonitinhos teriam dito, se eu lhes dissesse há dez anos atrás, quando a cidade possuía 130.000 veículos registrados, que logo logo haveria 270 mil, ou seja, um aumento de 108%. Aaaaaahhh!

O que é sandice hoje será realidade amanhã.
Então, imagine a sua rua, ou qualquer uma que vc ache cheia. Dobre o número de veículos e deleite-se com a visão de um provável futuro. A nossa nova realidade.

Alguém acha que será diferente? A nova classe média emergente abrirá mão de seus veículos?
Os mais abastados passarão a usar transporte coletivo? As crianças e os adolescentes de hoje abdicarão do seu quinhão de liberdade?         Nãããããããããããããão.
Realmente, o que atrapalha o transito é “os outros”.
Tem muito “os outros” nas ruas

Uma área de acúmulo pode ser:
Destino 
– então devemos desestimular o destino, ou mudar a forma de alcançá-lo.
Passagem 
– área a ser cruzada para chegar ao destino – devemos então descobrir outras opções de itinerário para usar.

E se for destino de uns e passagem de outros?
Putz! Aí, meu ... chama o Chapolin Colorado






Violência – está diretamente ligada à falta de educação e de respeito ao direito do outro. No momento em que entramos num carro e ligamos o motor, todos os que nos causarem empecilhos serão declarados inimigos. E sobre “eles” lançaremos pragas que farão ruborizar os mais experientes feiticeiros.

- “como pode, aquele imbecil ocupar duas vagas”
- “lerdo, desgraçado. Vai me fazer perder o sinal amarelo”
- “parada em duas vagas. Só podia ser mulher”
- “o corno me deu uma fechada. Vai tirar o pai da forca?”
- “anda, cavalo. O sinal já abriu”
- “ Ah, filho d’uma fucinhuda. Parô bem no meio da rua.

Obs: alguns adjetivos foram substituídos por outros publicáveis.

A culpa é sempre dos outros.

“Todo mundo tem a sua razão.
O que atrapalha, é a razão dos outros.”

O problema é que essa indignação com os outros, gera estresse, faísca e consequentemente,  irracionalidade e falta de prudência.

Os vidros escuros reforçam a mascara e a falsa sensação de proteção.
Estamos escondidos e podemos manifestar toda a nossa ira.

Sería melhor que todos usássemos conversíveis. Assim poderíamos nos olhar e entender que no outro veículo também existe um “eu”.


Velocidade - essa é contraditória.  As fábricas fazem carros cada vez mais velozes e furio... , isto é,  poderosos. De zero a cem em 5 segundos. Bah!!

Vendem potência e velocidade como se fosse Viágara. A propósito, existe um estudo feito por cientistas desocupados de um país nórdico, que a potência e a velocidade do carro têm uma ligação psicológica inversamente proporcional ao tamanho do pênis do condutor.



Estudos mais sérios, indicam que a maioria dos acidentes acontecem num raio de até 8 km de casa, ou seja, a cagada acontece onde a gente se sente seguro e .... abusa.
Além disso, quanto mais gente (carro) andando nas ruas, mais a gente (tonto) têm que compensar na velocidade para cumprir o mesmo compromisso.

Ooouuuurrrra, meu!  Sai mais cedo,tche!

Vagas - aqui é o vale tudo. Afinal, depois que está parado, um carro não faz mais parte do trânsito, né?  O negócio é parar e sair do carro   ... aí “eu” volto a ser gente.
Os que oferecem vagas, não querem saber se está bem estacionado nem se vai causar transtorno ou obstáculo. Publicas (na rua) ou particulares; abertas ou fechadas  ... poucas são as áreas respeitadas e organizadas.
Se for na frente de escola .... fufafifariu  ... vale tuuuuuuuuuuudo.

“O meu direito acaba onde começa o do outro”

Hoje, ainda nos damos ao luxo de ir ao centro – de carro – e ainda tendo como certa a possibilidade de estacionar próximo ao local de destino.
Bem, em São Paulo ou no Rio isso “non ecziste” .
E daqui a dez anos? Com o dobro de veículos. Onde pararemos.


Logo, vamos comprar um carro novo que ficará na concessionária. Quando quisermos, vamos até lá, entramos nele um pouquinho ... ligamos e desligamos o motor e depois voltamos para casa a pé.

            Taí. Essa é a solução para os quatro Vês. Andar a pé.

Ô loco! Como é que ninguém pensou nisso antes?



quarta-feira, 25 de maio de 2011

O Inchaço da máquina pública



Não. Definitivamente não temos excesso de funcionários públicos.
Pelo contrário. Precisamos de mais servidores.
Pois são estes servidores que fazem chegar à população aquilo para o qual o governo foi constituído, ou seja, prover organização, ordenamento, saúde, segurança, educação, etc ....

Acontece que os que trabalham e produzem, não são os mesmos que sobrecarregam as folhas de pagamento.
Como pode?
Quem são, então, os sangradouros das folhas de pagamento?
Todos sabem quem são.
Quem não os conhece?


É aquele não concursado, apadrinhado, geralmente desqualificado, ...
... sem empatia com o grupo nem vínculo com a função.
É aquele que veio “não se sabe donde” e assumiu um cargo por nomeação;
É aquele que não mora ou não tem o conhecimento das necessidades da cidade;
É aquele que não tem a preparação técnica necessária para a função que ocupa;
É aquele que não conhece (e não reconhece) o potencial da equipe que comanda;
É aquele que se aboletou no cargo para usá-lo como trampolim para outras esferas ;
É aquele que usa o cargo para estruturar os interesses pessoais;
É aquele que adora sair em simpósios, encontros e reuniões alheios ao cotidiano da atividade fim;
É aquele que adia decisões;
É aquele que tranca e amarra o andamento do grupo;
É aquele que desestimula e dissemina a lentidão dos trabalhos;
É aquele que não resolve, mas também não delega;
É aquele que não providencia as condições ideais para bom desempenho dos demais funcionários;
É aquele que não disponibiliza ferramentas necessárias à eficiência das atividades.

Quantos e quantos andam por aí  ... rindo e desfilando as conquistas pessoais.
Aqueles que ficam tirando onda com os cupinchas.
Estão sempre cercados de puxa-sacos,  bajuladores e lobistas.
São sempre recebidos pelos empresários corruptores, com largos abraços e gargalhadas.

Pobres servidores públicos que dependem desta coordenação extraterreste;
Pobres contribuintes que precisam do atendimento público;
Pobres cidadãos que se obrigarem a entrar nos labirintos da burocracia da má gestão.

Estes, sim, causam o inchaço.
      Estes, sim, sangram os cofres do município (Estado ou País).
            Estes, sim, deveriam ter suas fotos anexadas em merecido lugar ......


...... numa bunda. Numa grande e inchada bunda.
Pense nisso na próxima vez que o encontrar.



O homem da caneta



Quem é ele? Onde ele está?
Como toma suas decisões? Por quê?

Qual o grau de comprometimento com o patrimônio público?
E com a qualidade de vida
À que se subordina?
Quais os seus princípios?
Do que não abre mão?
O que teme? O que não?

Qual o nome dele?
A energia e a água ligadas na ocupação irregular
A ligação de água que deixou um valo na rua
O esgoto que não chega a lugar nenhum
A água pluvial que não tem onde escoar
A poda estúpida da companhia de luz
A manutenção de fachada nos veículos públicos
O habite-se na construção irregular
O quebra-molas proibido
180.000 por um canteiro
600.000 por um pórtico
Contratos de gaveta
Reajuste de tarifas públicas
Buracos e bueiros desnivelados
O IPTU que chega aonde a benfeitoria não chegou
A aprovação de um serviço sem rigor de qualidade

O homem da caneta

Quem é a misteriosa criatura que a empunha?
Caneta que constrói e destrói
 Aprova e desaprova
Paga e dá recibo
Contrata e demite
Asfalta e esburaca
Planta, poda e derruba
Coloca e remove
Pode fomentar a economia;
 mas também pode afastar investimentos
Prende, solta
Dá um aumento ou recusa
Aceita ou rejeita
Avalia, cobra e multa
Pode fazer de nossa vida um paraíso ...
Da mesma forma como nos faz conhecer o inferno
Dá suporte à vida ou a aproxima da morte

Nomeados, comissionados e cargos de confiança
Quem são?
Quantos são de Joinville?
Quantos estão comprometidos com a cidade?
Quantos têm a necessária capacitação técnica?
Quantos têm a imprescindível atitude ética?

Nomes

terça-feira, 24 de maio de 2011

Os Irmãos Cara de Pau


Hollywood descobre o Brasil!



Depois do sucesso de RIO, Velozes e Furiosos 5 e Os Mercenários, a meca do cinema volta ao Brasil para gravar mais uma seqüência histórica:




 - desta vez com elenco nacional -



Autismo administrativo





Lendo o artigo “O pior ficou pior”, de Jordi Castan (23/5), concluo que a classe política de Joinville vive numa realidade muito distante das “querências e necessitudes” do povo.
Não lê jornais, não assiste à TV e não ouve rádio.
Não vai ao mercado, nem à padaria.
Não leva o carro na oficina, nem bota gasolina.
Não leva os filhos na escola e nem ao cinema.
Deve ter perdido completamente o contato com familiares, amigos e vizinhos.

Um verdadeiro autismo administrativo, do qual os verdadeiros acometidos desta doença provavelmente não sofrem.

Lemos e ouvimos a enxurrada de críticas e manifestações, mas em nenhum momento assistimos a qualquer tipo de retorno ou de demonstração de interesse em ouvir o povo nem em aprimorar a qualidade de vida do cidadão.

Como pode a cegueira da ganância política transformar com tamanha intensidade aqueles que diziam nos ouvir e que prometiam zelar pela nossa cidade?




publicado no jornal A Noticia de 24/05/2011



sábado, 21 de maio de 2011

Políticos, demasiadamente políticos







Anarruê!
Olha a chuva! 
É mentira!
Olha a corregedoria!
É mentira!
Olha a CPI!
É factóide!



Verba para a copa do mundo

Verba para as olimpíadas

Verba para o trem bala

Votação do código florestal

Conclusão da usina de Belo Monte

Destino das usinas nucleares

O patrimônio do Palocci

Eleições municipais no ano que vem

Socorro aos aeroportos



Eeeeiiiiita gastança.



Como seria bom poder tratá-los da mesma forma e
com o mesmo respeito com que eles tratam a nação.

À César o que é de César
À bosta o que é bosta.


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Palmadas




“Não bata, eduque” - - - - - então, vejamos:

E em quem legisla contra os interesses da cidade, pode dar umas palmadas?
E naqueles que tem poder de decisão e não zelam pela melhoria da qualidade de vida da população que os colocou lá para zelar pelo bem da coletividade, pode?
E naquele que assina? Aquele que decide e pode mandar fazer, mas não faz, pode?
E naquele que usa o cargo e a máquina pública para se beneficiar de alguma forma, pode?
E naquele que faz corpo mole e não faz o que foi contratado para fazer, pode?
E naqueles que depredam escolas ou qualquer outro patrimônio público, pode?
E naqueles motoristas que fecham os cruzamentos, pode?
E naqueles que jogam bituca de cigarro na rua, pode?
E naquele que deixa os bueiros desnivelados em relação à rua, pode?
E ao pessoal que faz a ligação da água e deixa aquele rebaixo atravessado na rua, pode?
E naqueles que decepam e aleijam as arvores sob a desculpa de podá-las, pode?
E naqueles que tiram as azaléias da JK, pode?
E naqueles que se aproveitam das riquezas, do prestígio e do número de votos de Joinville para galgar outras esferas na administração pública, pode? Só uns tapinhas.

Palmada não é espancamento.  ... e nem é solução pra tudo.
Não é violência, é disciplina.
Para os adolescentes é pior cortar a internet.
Para crianças, cortamos a TV.

Aquela gritaria. Aaaaaaahahahhahaha. Eu prefiro palmada.

O fundamental nessa discussão é que é necessário que haja limite.
Limite para que o indivíduo aprenda a pensar e se comportar.
Limite que, se transposto, gere sanção.
A criança tem que aprender a pensar e tem que entender que o limite não pode ser ultrapassado. Senão vira bagunça.
Na ordem marcial, o individuo não pensa ... só obedece. Porém em sociedade, ele tem que aprender e entender o seu limite.
“O seu direito termina onde começa o do outro.”

Então ... bom senso  ... educação ... respeito ... exemplo ...

Filho que mata o pai;
Filho que trafica;
Filho que rouba uma cidade;
Filho que vende comida podre para as escolas;
Filho que decuplica o patrimônio misteriosamente;
Filho que fecha o cruzamento da rua;
Filho que bota o dedo na cara do professor;

Pra estes, palmada não basta.  É laço! Açoite! ... desculpem .... me empolguei.


Queria que propusessem uma lei para pararem de dar “palmadas” na população.

Palmada de II, IE, IPI, IOF, IR, ITR, ICMS, IPVA, ITCMD, IPTU, ITBI, ISS, INSS, COFINS e todas as taxas (vide wikipédia);

Palmada de juros dos bancos e do cheque especial;

Palmadas dos reajustes das tarifas publicas, erradamente indexadas;

Palmadas do estado de conservação de nossas estradas;

Palmadas da qualidade dos serviços públicos;


Palmadas da propaganda gananciosa induzindo ao consumo desnecessário;

Palmadas da eficiência dos aeroportos;

Palmadas da burrocracia;

Palmadas da hipocrisia política;

Palmadas da falta de segurança;

Palmadas da falta de saúde.

Onde existe muita minúcia de lei, normas e regras, não existe espaço  para a prática e o exercício do bom senso. Até por que, geralmente, essas regras só são aplicadas na base de pirâmide social e são criadas por quem não dá o exemplo.

Habituamo-nos aos extremos. Perdemos a dialética. Tudo tem que ser imposto, exigido.


O fato de ser contra a palmada, não significa que talvez não a use.
O fato de ser a favor, não quer dizer que seja meu único artifício de disciplina.
Existem formas e formas.
Infelizmente as noticias e os exemplos que chegam às crianças não são nada benéficos.

“Político rouba”;
“Dinheiro na cueca”;
“País invade outro e mata terrorista”;
“Policia espanca adolescente”;
“Morte nos hospitais”;
"bebes jogados em lixeiras";
“Comida podre servida na merenda das escolas”;
“Lixo nas ruas’.


Concluindo, Srs membros do legislativo:
- Parem de procurar cabelo em ovo.
- Parem de criar factóides ocupacionais.
- Estudem, leiam e aprendam;
- Dêem o exemplo ... trabalhem  ... e parem de dar palmadas.

De meus filhos, cuido eu

Oquekéisso?



Usando as fotos como inspiração:  - vamos por partes.


Basicamente isso era para ser um redutor de velocidade. Um imbecil, estúpido, danoso, perigoso e ineficiente  redutor de velocidade. A Bosta do Tachão, ou seu conterrâneo igualmente insano ... tartaruga. 


Acontece que este artifício não limita a velocidade do fluxo. Ela - a faixa transversal de tachões - interrompe o fluxo. Obriga o veículo a parar, não a reduzir. Isso sem mencionar os efeitos nas bandas de rodagem dos pneus, amortecedores, balanças e componentes de tração e direção.
Um monumento à estupidez.


Mas, vá lá. As hienas comem coco, e o "bonitinho" que inventou de botar esse "M" aí, deve ter ficado muito orgulhoso, mostrado pra mãe, pra esposa e tentado fazer uma média com a sogra.
Ninguém deve ter dito ao Jenio (com J) que o uso de tachões em forma transversal à via e ao fluxo é contra a lei. Talvez ele não saiba o que seja a lei.  Nem lei nenhuma. Nem a lei do bom senso.


Mas isso já deve ter sido há muito tempo. Desde 2006, quando aqui cheguei, já havia reparado nesta estranha formação, mas como não conhecia os hábitos da cidade  .... 
De qualquer forma permanece o mistéééééééério:
OQUEKÉISSO?
PRAQUEKESERVEISSO?